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PCMG conclui investigação sobre homicídio ocorrido em penitenciária de Muriaé

19 de janeiro de 2026


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Crime registrado no dia 12 dentro da unidade prisional teve motivação ligada a desavença entre detentos, segundo a DHPP

A Polícia Civil de Minas Gerais está finalizando as investigações sobre um homicídio ocorrido na segunda (12), no interior da Penitenciária Doutor Manoel Martins Lisboa Júnior, em Muriaé. O caso é conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela apuração de crimes contra a vida no município.

Em entrevista concedida à Rádio Muriaé, o delegado responsável pela investigação, Tayrony Espíndola, apresentou informações sobre a dinâmica do crime e os procedimentos adotados pela equipe policial. Segundo ele, a Polícia Civil foi acionada logo após o ocorrido e iniciou imediatamente os trabalhos no local, com foco na coleta de informações e no levantamento das circunstâncias do fato.

De acordo com o delegado, o homicídio ocorreu dentro de uma cela da unidade prisional e envolveu dois detentos que mantinham uma convivência considerada amistosa até então. A apuração apontou que o crime foi motivado por uma desavença pontual entre o autor e a vítima. Durante o confronto, houve luta corporal entre os dois.

Ainda conforme as informações repassadas pela Polícia Civil, o autor do crime possuía histórico criminal com registros de homicídios consumados e tentados. A vítima, segundo o delegado, teria desconsiderado esse histórico. Durante a agressão, o autor conseguiu imobilizar o outro detento e utilizou uma corda artesanal improvisada para provocar asfixia.

Após a morte da vítima, o agressor realizou mutilações no corpo. Em declaração à Rádio Muriaé, o delegado Tayrony Espíndola afirmou: “O autor conseguiu então imobilizar a vítima, num primeiro momento ele asfixiou com uma corda artesanal improvisada e depois dele já estar sem vida, ele então mutilou, cortando ali as mãos e pés e fez isso para poder transmitir um recado claro”.

A Polícia Civil informou que o trabalho investigativo incluiu a análise do local, a coleta de depoimentos e a verificação do histórico dos envolvidos. As informações reunidas permitiram esclarecer a sequência dos fatos e a motivação do crime, que ocorreu no ambiente interno da unidade prisional.

Com a conclusão da investigação, o procedimento será encaminhado para as etapas legais previstas. A Polícia Civil não divulgou novos detalhes além dos apresentados pelo delegado responsável pelo caso.

Informações: PCMG