Defesa Civil alerta para risco de transbordo e enxurradas em Viçosa
20 de janeiro de 2026

Município registra volume elevado de chuva e monitoramento aponta possibilidade de alagamentos nos próximos dias
A Defesa Civil Municipal de Viçosa emitiu, na manhã desta terça (20), um alerta à população em razão do risco hidrológico moderado no município. A informação tem como base relatório do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que indica possibilidade de alagamentos, enxurradas e transbordo do Ribeirão São Bartolomeu, além de outros córregos que cortam a cidade.
De acordo com o relatório, áreas de instabilidade atuam sobre a região e provocam pancadas de chuva localmente fortes. A previsão aponta acumulados significativos nos próximos dias, cenário que pode ampliar os riscos já identificados. Durante a madrugada, os pluviômetros operados pela Defesa Civil registraram volume de 60 milímetros de chuva em poucas horas.
O alerta considera o histórico recente de precipitações e as condições atuais do solo, que podem dificultar a absorção da água. A Defesa Civil informa que o aumento do nível dos cursos d’água pode ocorrer de forma rápida, especialmente em áreas urbanas com maior impermeabilização do solo. O Ribeirão São Bartolomeu permanece sob monitoramento contínuo, assim como os demais córregos do município.
A orientação é para que moradores de áreas previamente mapeadas como suscetíveis acompanhem os comunicados oficiais e adotem atenção redobrada. A Defesa Civil recomenda observar sinais como elevação rápida do nível da água, correnteza intensa, alagamentos em vias e acúmulo de água próximo a residências. Em caso de identificação desses sinais, a população deve buscar locais seguros e acionar os canais de emergência.
O órgão reforça que os alertas podem ser atualizados conforme a evolução das condições meteorológicas e hidrológicas. A população é orientada a evitar a circulação em áreas alagadas, não atravessar enxurradas e manter atenção redobrada em períodos de chuva intensa. A Defesa Civil segue acompanhando os dados do Cemaden e os registros dos pluviômetros locais para orientar novas medidas, se necessário.