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Crianças com traqueostomia e doenças raras ganham festa especial no Hospital Infantil João Paulo II

10 de março de 2026


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O pátio do Hospital Infantil João Paulo II (HIJPII) ganhou cores e atrações especiais, nesta terça-feira (10/3), para homenagear os pequenos guerreiros que convivem com condições raras e com o uso da traqueostomia.

Em referência ao Dia Mundial das Doenças Raras e ao Dia Nacional da Criança Traqueostomizada, a unidade, da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), uniu profissionais de saúde, pacientes e seus familiares, em uma ação de conscientização, reafirmando o compromisso com o cuidado integral e humanizado dos pequenos usuários do Sistema único de Saúde (SUS).

A festa contou com convidados especiais, como a grafiteira Raquel Bolinho, que pintou uma parede inteira em homenagem às crianças, o grupo de percussão Bloco Show, os Doutores Palhaços e o Hahaha, que se juntaram à equipe do hospital para levar alegria e afeto.

“O João Paulo II é muito mais que um hospital. É referência de excelência e uma família que acolhe os pacientes. Temos muito orgulho dele fazer parte da Rede Fhemig e estaremos sempre à disposição para fazer cada vez mais e melhor por esta unidade e pelas crianças”, afirmou a presidente da fundação, Renata Dias.

O neurologista da Unidade de Doenças Complexas do hospital, André Barbosa, aproveitou para destacar os avanços na ciência, que permitem uma qualidade de vida cada vez maior das crianças com doenças raras.

“Vejo que estamos em uma nova era. Antes, a luta era pelo diagnóstico, para tentar minimizar os efeitos das doenças nos pacientes. Hoje, com a triagem natal, estamos escrevendo novas histórias e vendo desfechos completamente diferentes, que até cinco anos atrás achávamos impossível”, ressaltou.

A pneumologista do Serviço de Assistência Integral à Criança Traqueostomizada (Sait), Isabela Picinin, lembrou a importância de não apenas comemorar, mas de todos se conscientizarem sobre essas datas. “Nós somos vozes de muitas famílias. Essas crianças precisam de visibilidade, de dignidade, e hoje é o dia de falar que elas e seus familiares existem”, afirmou.