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Viçosa inaugura revitalização do Complexo Cultural da Praça Hervé Cordovil nesta sexta-feira (27)

25 de março de 2026


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Entrega acontece às 18h e marca a modernização do auditório da antiga Estação Ferroviária e do entorno do monumento ao maestro. Obra foi viabilizada via acordo de compensação histórica, com custo reduzido para os cofres públicos.

Um dos principais cartões-postais e centros de efervescência cultural de Viçosa está de cara nova. A Prefeitura inaugura, nesta sexta-feira (27/03/2026), às 18h, as obras de reforma e revitalização do Complexo Cultural da Praça Maestro Hervé Cordovil. O projeto focou na preservação da identidade histórica aliada à modernização técnica e acessibilidade universal.

As Melhorias no Auditório e Prédio da Estação

O auditório da antiga Estação Ferroviária, palco de importantes assembleias e eventos culturais, passou por uma reestruturação profunda:

  • Infraestrutura Interna: Troca de todas as cadeiras, reforma do piso, nova instalação elétrica e projeto de iluminação.
  • Conforto e Técnica: Implementação de isolamento acústico e acabamento de alto padrão.
  • Conservação: Revitalização completa do telhado e pintura geral de todo o edifício.

Urbanismo e Homenagem ao Maestro

O entorno da praça também recebeu intervenções que mudaram a paisagem do Centro:

  • Escultura: A estátua do maestro viçosense Hervé Cordovil foi elevada em um novo pedestal, posicionada de frente para a Travessa João Carlos Bello Lisboa e a Rua Benedito Valadares.
  • Paisagismo Simbólico: No canteiro em frente ao Banco do Brasil, foram plantados três pés de Manacá, uma referência direta a uma das composições mais célebres do maestro.
  • Acessibilidade: Pintura da balaustrada, construção de faixas elevadas para pedestres e urbanização dos canteiros com novos bancos.

Custo Zero: O Modelo de Financiamento

Um dos destaques da obra foi o modelo de gestão do Departamento de Patrimônio Histórico. Segundo a chefe do departamento, Cinthia Fontes Ferraz, a revitalização foi executada como parte de um acordo compensatório firmado entre o Compath (Conselho do Patrimônio Histórico) e empresários que realizaram intervenções em imóveis protegidos sem os trâmites legais. Dessa forma, a cidade recebeu o benefício com o mínimo de investimento público direto.