Consórcios, incluindo o Cisdeste, cobram reajuste de custeio e revisão de repasses para manter atendimento em Juiz de Fora e região.
Os consórcios que operam o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Minas Gerais alertam para um desequilíbrio no financiamento do serviço. De acordo com os gestores, o Ministério da Saúde e o governo estadual não têm cumprido as contrapartidas, o que sobrecarrega os municípios e pode gerar um déficit no atendimento. O Cisdeste, que atende Juiz de Fora e região, está entre os consórcios afetados.
Os consórcios enviaram um ofício à bancada mineira e se reuniram com o ministro da Saúde. Nesses encontros, reivindicaram reajuste no custeio federal e a criação de uma 13ª parcela para cobrir encargos trabalhistas. Também foi solicitada uma revisão nos valores repassados.
O Cisdeste afirma que o repasse do governo de Minas corresponde a 43,28% do custeio. Já o governo estadual declara que cumpre o custeio acima de 50%.
O SAMU é um serviço de saúde, e o desequilíbrio no financiamento pode afetar a manutenção dos serviços de urgência. A atuação dos consórcios e a resposta dos governos federal e estadual são parte do cenário de financiamento da saúde no estado.
Informações: Tribuna de Minas