No Dia do Rádio, nunca o veículo de comunicação esteve tão em alta
25 de setembro de 2019

O dia 25 de setembro é o dia do rádio. O rádio foi patenteado pelo cientista e inventor italiano Guglielmo (Guilherme) Marconi, no início do século 20. A primeira transmissão radiofônica no Brasil aconteceu no dia 7 de setembro de 1922, por ocasião do centenário da independência.

Uma estação de rádio foi instalada no Corcovado e, além de música, emitiu o discurso do presidente da República, Epitácio Pessoa. No ano seguinte foi fundada por Roquete Pinto a primeira emissora de rádio do país: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

No entanto, o rádio tem mais razões para ser considerado brasileiro. Roberto Landell de Moura (1861-1928), padre e cientista gaúcho, também havia realizado experiências semelhantes às de Marconi – antes do italiano.

Entre 1901 e 1904, Landell de Moura esteve nos Estados Unidos, onde patenteou inventos, entre os quais um “transmissor de ondas” ou “transmissor fonético a distância” que seria exatamente o rádio. Sua patente, porém, era limitada e perdeu a validade. Marconi ficou com a fama. Trata-se de uma situação semelhante àquela que ocorreu com Santos Dumont e os irmãos Wright.

Segundo a empresa de auditoria e consultoria Deloitte, a receita global do meio rádio chegará a US$ 40 bilhões em 2019, crescendo 1% em relação a 2018. Levantamentos apontam que mais de 85% da população adulta em todo o mundo ouve rádio, pelo menos semanalmente, o que representa quase três bilhões de pessoas se dedicando ao veículo em uma média de 90 minutos por dia.

Em 2017, diz a Deloitte, o rádio atraiu cerca de 6% dos investimentos mundiais em publicidade, número que deve se repetir em 2019. Este percentual chega a ser maior na América do Norte, onde a mídia rádio recebe cerca de 9% do valor investido em marketing.

Antes da televisão

O rádio foi o primeiro grande veículo de comunicação de massas. Na verdade, dele vieram os primeiros profissionais e até os programas da TV. Por exemplo, você sabia que, antes das telenovelas, existiram as radionovelas? Os ouvintes escutavam os capítulos da mesma maneira que hoje, só que tinham que “ver” as cenas em sua imaginação.

Os primeiros aparelhos de rádio eram grandes caixotes de madeira, como você vê na foto que ilustra esse texto. Usavam válvulas e precisavam ser ligados na tomada para funcionar. Com o tempo, eles foram diminuindo de tamanho e passaram a funcionar com pilhas. Hoje em dia, os rádios estão integrados a outros aparelhos de som.

As emissoras de rádio podem ser captadas também através da internet. Pela web você pode ouvir emissoras do mundo inteiro, basta você pesquisar o que quer ouvir. Você também pode ouvir a Rádio UOL ().

O sucesso do rádio se deve ao fato de que ele pode estar em qualquer lugar a qualquer hora e é acessível à maioria da população, tanto em zonas urbanas quanto rurais. Por isso, quem apostava que ele ia desaparecer quando a televisão surgiu se enganou redondamente.

O radialista é o profissional de comunicação social responsável por criar, produzir e dirigir programas para rádio e televisão. Ele pode fazer textos, roteiros, organizar a programação e fazer locuções.

Pode também ser editor, operador de câmera, de som, ou de vídeo, discotecário, continuista, contra-regra, sonoplasta, encarregado de tráfego (a distribuição dos programas) e ainda desempenhar outras funções. A profissão de radialista foi regulamentada em 1978.

Fonte: UOL.

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