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Coronavírus: viçosense que mora na Itália fala à Rádio Montanhesa sobre situação no país

Nesta terça-feira (25), a viçosense Mariah do Carmo, que vive na Itália há 17 anos, falou à Rádio Montanhesa sobre a situação no país europeu. Ela mora na região da Lombardia, uma das mais afetadas pelo novo coronavírus.

Em conversa por telefone com Júlio César, durante o programa “Bom dia, cidade!”, Mariah falou sobre a alta mortalidade no país.

“Na nossa região, nós tivemos em um único dia, que foi no sábado passado, 550 mortos. E na Itália inteira 793. Então quando você vê uma cidade como Bérgamo, de 110 mil habitantes, vivendo tudo isso, você entende a dimensão do problema e te faz refletir”, disse.

Na conversa, Mariah comentou que as medidas de quarentena por lá foram adotadas tarde demais. “No início, nós, como penso que aconteceu aí no Brasil também, subestimamos a situação. Pensamos que era um simples vírus, uma simples gripe, e não demos a devida importância. A situação realmente chegou a esse ponto por não ter a consciência do que estava acontecendo. Atualmente, [o isolamento] é uma imposição. Ou seja, se sair de casa, você vai ser multado, pode ser processado por atentado à vida, porque é uma questão de responsabilidade social”, explicou.

De acordo com informações da Agência de Proteção Civil divulgadas nesta quarta-feira (25), a Itália chegou a 7.503 mortes por Covid-19. O sistema de saúde do país, um dos melhores da Europa, não consegue atender todos os doentes.

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