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Pré-candidato à Prefeitura de Viçosa, Dr. Omar Luz concede entrevista à Rádio Montanhesa

O pré-candidato à Prefeitura de Viçosa, o juiz aposentado Dr. Omar Gilson de Moura Luz, concedeu entrevista à Rádio Montanhesa neste sábado (4). Por telefone, ele conversou com José Antônio Valentim durante o programa Montanhesa em Foco.

O ex-magistrado, que também é escritor e autor de vários livros, falou sobre o que o motivou a colocar o nome dele à disposição do eleitorado viçosense.

“É o anseio de mudança, aquele anseio permanente de melhorar, progredir e de fazer o melhor para a cidade. Estou em Viçosa há 26 anos e fui convidado por um grupo político, que não faz parte daqueles grupos costumeiros e já habituais de Viçosa, para a formação de uma nova corrente, uma nova frente em busca do progresso de Viçosa. Não tendo visto nem enxergado vícios nesse grupo, eu me dispus a colocar o [meu] nome. É claro que ponderei muito antes disso, e estou aí como pré-candidato à Prefeitura de Viçosa com muito orgulho e muita honra”, disse.

Um dos pontos levantados pelo pré-candidato foram as medidas adotadas pelo atual prefeito, Ângelo Chequer, diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

“O prefeito agiu bem quando fechou as barreiras. Eu acho que ele deve reforçar essas barreiras até o fim da crise e flexibilizar o comércio para que voltemos paulatinamente à vida normal”, opinou.

O pré-candidato também falou sobre o partido ao qual é filiado, o partido de centro-direita Republicanos. “Eu acredito que seja até um partido do sentimento do povo de Viçosa porque ele tem lá na sua gênese o presidente Arthur da Silva Bernardes, um homem religioso e que conduziu muito bem o Brasil, no sentido de que, embora tenha sido turbulenta a fase em que governou, que tenham atentado enormemente contra o mandato dele, ele era, sobretudo, um nacionalista, um homem que amava o Brasil”.

Por fim, ele destacou os atributos que considera importantes para o cargo. “Acredito que todos nós, pré-candidatos, amam Viçosa. Eu não estou dizendo que eu ame mais ou menos do que ninguém, mas eu acho que esse pressuposto do nacionalismo e do amor à pátria e o amor à sua cidade é preponderante, primeiro, para que ninguém se aventure no sentido de lançar mão daquilo que não lhe pertence, e segundo, para enxergar no futuro o progresso e a vitalidade econômica, social e cultural de uma cidade”, finalizou.

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