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Saúde & Bem Estar

UFMG recebe inscrições para profissionais de saúde voluntários participarem de testes da vacina chinesa contra Covid-19

Participação é restrita a quem estiver diretamente no cuidado de pacientes infectados pelo vírus e que cumpram determinados critérios. Serão 800 selecionados em MG.

Já estão abertas as inscrições para seleção de profissionais de saúde interessados em participar dos testes com a vacina produzida na China para a Covid-19. Serão selecionados 9 mil voluntários em todo o país, sendo 800 em Minas Gerais.

Os testes no estado estão a cargo do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos (CPDF) do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Aprovada pela Anvisa e por todas as outras entidades éticas e legais que regulamentam a área, a pesquisa é coordenada em todo o Brasil pelo Instituto Butantan, de São Paulo. Se aprovada, vacina será gratuita.

Os resultados esperados para outubro. Além de Minas e São Paulo, participam também centros de pesquisas do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e do Distrito Federal.

A participação é restrita a médicos, enfermeiros e paramédicos, que atuem diretamente no cuidado de pacientes infectados pelo vírus e cumpram determinados critérios.

Os testes são relativos à fase 3 da vacina desenvolvida pela biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech.

Critérios exigidos aos voluntários:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Não ter sido contaminado pelo novo coronavírus;
  • Não participar de outros experimentos;
  • Ausência de gravidez;
  • Não ter intenção de engravidar nos próximos meses;
  • Não apresentar doenças crônicas;
  • Não fazer uso de medicamentos contínuos;
  • Ter registro ativo no conselho profissional de seu ofício.

Caso preencha todos os critérios, o voluntário deverá entrar em contato com Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos do ICB da UFMG, enviando um e-mail para o endereço [email protected].

100 milhões de doses

De acordo com a universidade, a vacina envolve o uso do vírus morto e purificado, uma tecnologia conhecida e de eficácia já bastante comprovada para doenças como gripe, poliomielite e pneumonias, dentre outras.

Se comprovada a eficácia da vacina, o Instituto Butantan poderá produzir 100 milhões de doses, das quais 60 milhões ficarão no Brasil. A distribuição será gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: G1.

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