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UFV lança livro sobre cultura do Café Arábica

Ao longo de 13 capítulos, a obra trata de assuntos como descrição botânica, produção de mudas e plantio, nutrição e adubação e identificação.

A Universidade Federal de Viçosa (UFV) lançou, por meio da Editora UFV, o livro “Café Arábica do plantio à colheita”, com informações sobre os aspectos mais importantes da cultura do café.

A UFV é integrante do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Café, e publica o livro com os créditos autorais de Ney Sakiyama, Hermínia Martinez, Marcelo Tomaz e Aluízio Borém.

Ao longo dos 13 capítulos, a obra trata de assuntos como descrição botânica, produção de mudas e plantio, nutrição e adubação, identificação, entre outros tópicos.

Segundo a UFV, a escrita do livro é clara e objetiva e visa orientar e transferir o conhecimento para estudantes, técnicos e cafeicultores.

O livro “Café Arábica do plantio à colheita” está disponível para compra no site da Livraria UFV.

No entanto, dois capítulos da obra estão disponíveis gratuitamente pelo site da Editora.

O primeiro capítulo, “O Café Arábica”, foi escrito por Ney Sussumu Sakiyama e pode ser adquirido pelo link, assim como o capítulo seis, “Manejo de doenças”, de Laércio Zambolim.

O café

Segundo a UFV, o Brasil se destaca, há várias décadas, como o maior produtor, exportador e segundo maior consumidor de café, em nível mundial.

Estima-se que o consumo global do produto gira em torno de 168 milhões de sacas. Em 2020, a safra brasileira deverá ser de aproximadamente 60 milhões de sacas de 60kg, volume físico que corresponde a 35% do consumo mundial do produto.

De acordo com a Universidade, a produção dos Cafés do Brasil se desponta como uma das atividades agrícolas mais importantes para o país, gerando mais de US$ 5 bilhões de receita cambial com exportações e aproximadamente R$ 29 bilhões de faturamento bruto das lavouras cafeeiras.

O Café Arábica, tratado pela obra da UFV, produz cerca de 70% da safra brasileira, enquanto o Café Robusta produz os outros 30%.

Fonte: G1.

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