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COES Viçosa irá elaborar programação de desmobilização gradativa das barreiras e realocação dos recursos

Na última reunião do COES Viçosa, avançou-se à discussão sobre barreiras sanitárias, a qual se iniciou com apresentação de dados relativamente ao número de solicitações e autorizações concedidas pela Prefeitura, assim como os respectivos dias e razões pelas quais as autorizações foram solicitadas.

Foi registrado que o controle da mobilidade via CPF permite se pensar a desmobilização das barreiras sanitárias, ainda que gradualmente.

Também foi destacado que as barreiras têm custo mensal de, aproximadamente, cento e cinquenta mil reais, sendo necessário debater a melhor alocação dos recursos financeiros disponíveis, segundo critérios de eficiência das medidas sanitárias.

Entretanto, foi ressaltado que existem pontos a serem debatidos, como a possibilidade de um retorno em massa de estudantes.

Contudo, também houve posicionamentos pela desmobilização das barreiras sanitárias, destacando por alguns não acreditar que isso ocasionará em retorno massivo de estudantes. Salientando que os recursos atualmente empregados nas barreiras podem ser direcionados para outras medidas de controle mais eficientes.

Foi destacado que a posição de UFV, oficialmente, é de que as atividades de graduação e pós- graduação serão realizadas apenas de forma remota, inexistindo previsão de retorno presencial das atividades. Suscitando ainda, a possibilidade de desmobilização das barreiras instaladas em municípios nos quais não há mobilidade de longa distância, como Canaã, São Miguel do Anta e Paula Cândido.

O COES-Viçosa deliberou, então, por maioria, pelo encaminhamento do tema ao Conselho Técnico, o qual elaborará programação de desmobilização gradativa das barreiras e realocação dos recursos atualmente nelas empregado.

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