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Cidade

Vereador apresenta Moção de Repúdio contra a retirada da Vara do Trabalho de Viçosa

De iniciativa do Vereador Geraldo Luís Andrade (Geraldão) (Avante), foi apresentada
na reunião Ordinária desta terça-feira (08), a Moção de Repúdio nº 020/2020. Aprovada
por unanimidade no plenário, a Casa Legislativa demonstrou sua aversão à proposta de
extinção da Vara do Trabalho de Viçosa, contida no Pedido de Providência nº 00586-
2020-000-03-00-8, justificada pela demanda processual excessiva de Ouro Preto.

A princípio, de acordo com Geraldão, seria demandado da Câmara Municipal uma
Representação sobre o assunto, mas que se concretizou no viés de repúdio tendo em
vista a insignificância que a microrregião e Viçosa parecem ter para o Ministério do
Trabalho. “Precisamos de uma força tarefa para reverter esse pedido, pois o prejuízo
será imenso visto que as demandas de nossa cidade e região são altas em comparação
com outras cidades que são contempladas com essa instituição”, alertou, preocupando-
se com a restrição do acesso das classes trabalhadoras à justiça.

Em complemento, o Vereador Idelmino Ronivon (Professor Idelmino) (PCdoB)
retomou o esforço e sacrifício históricos de diversos entes, como a Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB – Viçosa), municípios circunvizinhos, empregadores e
entidades classistas, principalmente sindicatos, para trazer a Vara do Trabalho para
Viçosa, inaugurada em 2013. Além do mais, o parlamentar explicou que a demanda
processual de Viçosa é igual, senão maior do que a de Ponte Nova, criticando a forma
com a qual o Ministério do Trabalho priorizou as cidades da microrregião. “Isso
demonstra a falta de força política de nossa cidade. Sempre é Viçosa sendo penalizada,
nesse caso, tanto em função de Ouro Preto quanto de Ponte Nova. Estamos no último
lugar da fila sempre”, indagou.

Por fim, Idelmino afirmou ter contatado o Deputado Estadual José Célio de Alvarenga
(PCdoB), solicitando que este, enquanto Presidente da Comissão Estadual do Trabalho,
Previdência e Assistência Social, intervenha junto ao Presidente do Tribunal Regional
do Trabalho (TRT), Desembargador José Murilo de Morais, pedindo a manutenção da
vara em Viçosa.

Fonte: Câmara de Viçosa.

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