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Operação conjunta irá fiscalizar o cumprimento das normas sanitárias nas compras de Natal

Os setores de Fiscalização, Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar estiveram reunidos na tarde desta sexta (11) no salão nobre da Prefeitura de Viçosa para tratar das ações de fiscalização e cumprimento das normas do programa Minas Consciente às vésperas do Natal.

Participaram do encontro, além da chefe de Fiscalização, Layara Santos, a coordenadora do setor de Vigilância Sanitária, Wanderleia Santana, a Secretária de Fazenda, Simone Viana, o Comandante do Corpo de Bombeiros, Ten. Bridi, e o representante da Polícia Militar, Ten. Silva.

Em conjunto, os órgãos irão realizar uma operação especial de Natal, visando fiscalizar o cumprimento das normas sanitárias do programa Minas Consciente. A operação irá ocorrer entre os dias 15 e 24 de dezembro. Entre as normas que serão verificadas, estão a disponibilidade de álcool em gel para os clientes, o atendimento somente de pessoas que estejam utilizando máscara e o número de pessoas dentro do comércio de acordo com o espaço livre existente.

A coordenadora do setor de Vigilância Sanitária ressaltou que o programa Minas Consciente estabelece o atendimento de apenas 1 pessoa a cada 10m² livre. “Isso quer dizer que o espaço livre no estabelecimento para atender um cliente é de no mínimo 10m², 20m² para dois clientes e assim sucessivamente”. Wanderleia disse ainda que também será fiscalizado o uso de máscaras nas ruas.

A chefe do setor de Fiscalização, Layra Santos, disse que todos os comerciantes já têm acesso às normas e precisam se ajustar para evitar fechamento do estabelecimento e pagamento de multa. “Nosso trabalho será de verificar o cumprimento das normas e com os comércios trabalhando de forma regular estaremos contribuindo para que todos tenham um fim de ano tranquilo e com saúde”.

O representante da Polícia Militar, Ten. Silva, também falou da necessidade de as famílias terem sensibilidade para entender a situação desse fim de ano e responsabilidade para não provocar aglomeração. “As pessoas cobram que a fiscalização e a polícia impeçam a realização de eventos em residências. No entanto, nossa constituição é clara ao dizer que as residências são invioláveis. Nenhum de nós tem poder, dentro da Lei, para entrar em residências”.

 

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