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Obras na zona rural de Viçosa não tem previsão para serem finalizadas

O secretário de Agropecuária e Desenvolvimento Rural afirmou que as obras serão concluídas após a análise de planilhas sobre elas.

Em entrevista ao Jornal da Montanhesa da quinta-feira (11), o secretário de Agropecuária e Desenvolvimento Rural de Viçosa, Geraldo Cardoso, não deu um prazo exato para a finalização das obras inacabadas na zona rural da cidade.

De acordo com ele, as obras que ainda não foram concluídas foram iniciadas por outro gestão. Por isso, não é possível um atendimento de imediato aos moradores de regiões como o Mainarte, local onde há uma ponte inacabada que dificulta a circulação de pessoas.

“Quero pedir desculpas ao pessoal do Mainarte por não termos um trabalho tão imediatista por lá. […] Existe uma obra, que não foi eu quem comecei. Eu preciso fazer um balancete; pegar o projeto; ler o projeto; fazer uma análise contábil, jurídica e orçamentária; ler as planilhas; ver se a obra foi entregue ou não; quem é responsável por ela; se foi feita a cabeceira ou não; de quem é a responsabilidade de encher a ponte, etc. A conclusão da obra será após a análise dessas planilhas.”, afirmou o secretário.

Essa análise de planilhas, segundo ele, não foi possível ser feito pela equipe de transição de uma gestão para a outro pois “são muitas informações para a equipe de transição absorver em 15 dias.

Além disso, secundo o secretario da pasta, as chuvas contribuem para os problemas nas estradas e sobrecarregam o serviço dos funcionários. Mas o principal culpado não é esse, e sim o volume acumulado de água nas estradas, além do trânsito em excesso.

Conhecimento dos locais de obras em Viçosa

Quando perguntado sobre a existência de um cadastro de todas as obras não terminadas, para saber se há um controle sobre qual lugar de Viçosa necessita de mais atenção, ele respondeu que não possui essas informações no momento.

Isso porque, de acordo com ele, essas obras foram feitas por conta de uma urgência e emergência, executadas pela Secretaria de Obras e Defesa Civil. Ou seja, já que elas foram feitas através de uma ação emergencial do Estado, foi a Defesa Civil quem as gerenciou.

Situação da Secretaria

Em relação ao estado em que a nova equipe pegou a pasta, Geraldo afirmou que ela estava bem desfavorecida de equipamentos próprios. Além disso, os equipamentos que a PMV possui estão em péssimas condições de uso para atender a comunidade.

Para resolver a situação, segundo ele, será feito um balanço junto à Secretaria de Finanças para se decidir o orçamento que será destinado à Secretaria de Agropecuária e Desenvolvimento Rural para a compra do maquinário necessário.

O futuro

Em relação ao futuro e ao que será possível fazer, Geraldo não escondeu que não há muito dinheiro em caixa, mas mesmo assim se mostrou otimista.

“Tem pouco (dinheiro). Mas se trabalharmos com eficiência, carinho, dedicação e honestidade, acho que damos conta.”, afirmou.

Ele ainda afirmou que a logística é a principal dificuldade para que a realização das obras inacabadas sejam concluídas. No entanto, ressaltou que já estão trabalhando para atender a população da melhor forma. Além disso, mencionou que o melhor período para a realização das obras é após o período chuvoso, que normalmente cessa com a chegada do outono e, posteriormente, o inverno.

Aos moradores da zona rural que necessitem de um acompanhamento da Prefeitura para a realização de obras, o contato pode ser feito através do telefone da Ouvidoria do Município, em: (31) 3891-6009. Ou então, através do número da própria Secretaria, em: (31) 3892-6249 | 3892-6249

Doação de resfriadores de leite para Viçosa

Ainda durante a entrevista, Geraldo Cardoso confirmou que Viçosa recebeu três equipamentos de resfriamentos de leite. O destino será: Pinhão, Córrego São João e Córrego Fundo Pedreira. Esses tanques de resfriamento procuram alocar e potencializar o volume de leite que essas comunidades estão produzindo.

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