quinta-feira, 25 de junho de 2026
Urgente
Ataque com quatro mortes em Visconde do Rio Branco: autor tinha antecedentes criminais e registros no sistema prisionalCarreta tomba na LMG-850 entre Ubá e Rodeiro e mobiliza equipes de atendimentoGoverno de Minas publica convênio para aquisição de balsa em Morada Nova de MinasMG App lança versão mais moderna e atualizada e ultrapassa oito milhões de usuáriosGoverno de Minas encerra participação na London Climate Action Week 2026 e fortalece cooperação internacionalPrêmio Inova Minas Gerais tem inscrições prorrogadas até 30/6Hospital Infantil João Paulo II entrega novos elevadores e homenageia profissionais que se destacam na sazonalidade das doenças respiratóriasVotação da Guarda Civil Municipal é adiada na Câmara de Viçosa após pedido do líder do governoAtaque com quatro mortes em Visconde do Rio Branco: autor tinha antecedentes criminais e registros no sistema prisionalCarreta tomba na LMG-850 entre Ubá e Rodeiro e mobiliza equipes de atendimentoGoverno de Minas publica convênio para aquisição de balsa em Morada Nova de MinasMG App lança versão mais moderna e atualizada e ultrapassa oito milhões de usuáriosGoverno de Minas encerra participação na London Climate Action Week 2026 e fortalece cooperação internacionalPrêmio Inova Minas Gerais tem inscrições prorrogadas até 30/6Hospital Infantil João Paulo II entrega novos elevadores e homenageia profissionais que se destacam na sazonalidade das doenças respiratóriasVotação da Guarda Civil Municipal é adiada na Câmara de Viçosa após pedido do líder do governo

PIB fecha 2020 com maior queda da história

PIB fecha 2020 com maior queda da história
Imagem ilustrativa

Mesmo com o crescimento de 3,2% no quarto trimestre de 2020, o PIB brasileiro fechou o ano com uma queda de 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. É o maior recuo anual da história da série, iniciada 24 anos atrás.

Além disso, essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado hoje, quarta-feira,, pelo IBGE.

“O resultado é efeito da pandemia de Covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, analisa a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.

Além disso, com a queda, o Brasil deixou o top-10 das economias mundiais. Em 2019 ocupava a 9ª posição e agora caiu para a 12ª, segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating.

Imagem: Reprodução

Serviços e indústrias recuam; agropecuária cresce

Em 2020, os serviços encolheram 4,5% e a indústria, 3,5%. Somados, esses dois setores representam 95% da economia nacional. Por outro lado, a agropecuária cresceu 2,0% no ano passado.

Nos serviços, o menor resultado veio de outras atividades de serviços (-12,1%), que são os restaurantes, academias, hotéis. “Os serviços prestados às famílias foram os mais afetados negativamente pelas restrições de funcionamento. A segunda maior queda ocorreu nos transportes, armazenagem e correio (-9,2%), principalmente o transporte de passageiros, atividade econômica também muito afetada pela pandemia”, acrescenta Rebeca.

Caíram ainda, no setor de serviços, as atividades de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-4,7%), comércio (-3,1%), informação e comunicação (-0,2%). Já atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%) e as atividades imobiliárias (2,5%) avançaram em 2020.

Na indústria (-3,5), o destaque negativo foi o desempenho da construção (-7,0%), que voltou a cair depois da alta de 1,5% em 2019. Também apresentaram queda as indústrias de transformação (-4,3%), influenciadas pelo recuo na fabricação de veículos automotores, outros equipamentos de transporte, confecção de vestuário e metalurgia.

Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos caíram 0,4%. As indústrias extrativas, porém, avançaram 1,3%, devido à alta na produção de petróleo e gás que compensou a queda da extração de minério de ferro.