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Setor de serviços em Minas Gerais avança 2,6% em janeiro

Regionalmente, apenas 12 das 27 unidades da federação assinalaram avanço no volume de serviços em janeiro de 2021.

O setor de serviços em Minas Gerais apresentou, em janeiro, um avanço de 2,6% frente a
dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal, enquanto o Brasil também mostrou um avanço
de 0,6%. Regionalmente, apenas 12 das 27 unidades da federação assinalaram avanço no
volume de serviços em janeiro de 2021, na comparação com o mês imediatamente anterior,
acompanhando a variação observada no Brasil. Entre os locais que apontaram resultados
positivos destaque para: Distrito Federal (10,9) e São Paulo (0,5%). Em contrapartida, a Bahia (-
6,3) registrou a principal retração em termos regionais.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o recuo do volume de serviços no Brasil
(-4,7%) foi acompanhado por 18 das 27 unidades da federação. A principal influência negativa
ficou com São Paulo (-4,7%), seguido por Rio de Janeiro (-5,2%), Paraná (-9,2%) e Rio Grande do
Sul (-9,1%). Por outro lado, Amazonas (13,7%), Santa Catarina (3,7%) e Minas Gerais (1,7%)
assinalaram os resultados positivos mais relevantes.

A variação acumulada nos últimos 12 meses, frente a igual período do ano anterior,
apresentou recuo do volume de serviços no Brasil de -8,3% sendo que 25 das 27 unidades da
federação também mostraram retração na receita real de serviços. O principal impacto negativo
em termos regionais ocorreu em Alagoas (-16,9%), Rio Grande do Norte (-16,8%), Sergipe (-
15,8%), Bahia (-15,3%) e Ceará (-14,7%). Por outro lado, Amazonas (0,9%) e Rondônia (0,1%)
registraram as únicas influências positivas sobre o índice nacional. Minas Gerais apresentou
variação negativa nos últimos 12 meses, de -5,9%.

Os resultados por atividades em Minas Gerais, na comparação com o mesmo mês do ano
anterior, apontam variações positivas do volume de serviços em três das cinco atividades
investigadas: Serviços profissionais, administrativos e complementares (7,4%), Outros serviços
(35,4%) e Transportes, serviços auxiliares ao transporte e correio (8,0%), conforme o Quadro 1.
Por outro lado, as atividade de Serviços prestados às famílias (-34,7%) e Serviços de informação
e comunicação (-4,1%) apresentaram resultados negativos quando comparado com o mesmo mês
do ano anterior.

Em relação a variação acumulada de 12 meses, apenas as atividades de
Serviços profissionais, administrativos e complementares (2,8%) e Outros Serviços (8,1%)
apresentaram variações positivas.

Em síntese, ao assinalar expansão de 0,6% na passagem de dezembro de 2020 para
janeiro de 2021, o setor de serviços emplaca oito resultados não negativos consecutivos (7 taxas
positivas e 1 estável), período em que acumulou um ganho de 19,6%. Contudo, o volume de
serviços no Brasil ainda se encontra 13,8% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro
de 2014 e 3,0% abaixo de fevereiro de 2020, mês que antecedeu a implementação das medidas
de isolamento social.

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