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Secretário de Fazenda de Viçosa esclarece dúvidas sobre a Onda Roxa em Viçosa

Dionísio Márcio Irias de Souza concedeu entrevista ao Jornal da Montanhesa e esclareceu sobre os comércios essenciais e não essenciais.

O secretário de Fazenda de Viçosa, Dionísio Márcio Irias de Souza, concedeu uma entrevista na manhã desta quarta-feira (17) ao Jornal da Montanhesa para esclarecer algumas dúvidas em relação à Onda Roxa do Minas Consciente.

Segundo ele, os estabelecimentos que não estão autorizados a funcionar, podem funcionar de forma de remota. Por exemplo, uma loja de roupa que não está autorizada, pode funcionar com as portas fechadas, com uma barreira física, mas recebendo seus pedidos por WhatsApp, telefone ou qualquer forma de comunicação remota e o cliente pode retirar lá.

No entanto, é necessário deixar claro, tanto para as empresas quanto para os clientes, que não somente a compra tem que ser feita de forma remota, o pagamento também tem que ser feito de forma eletrônica. Não pode ser feito o pagamento na porta da loja.

Além disso, em relação a medidas adicionar no decreto do Minas Consciente, ficou definido que, num primeiro momento, a única restrição que o município colocara a mais é a questão do CPF em bancos e demais instituições financeiras.

Sobre os comércios essenciais, eles precisarão seguir todas as medidas de segurança e distanciamento presentes no Minas Consciente. Além disso, há uma capacidade calculada de clientes, (um cliente por metro quadrado). Os comércios ainda precisarão evitar a formação de filas, ter a presença de álcool em gel, cobrar o uso obrigatório de mascaras, possuir termômetro para medir a temperatura nos estabelecimentos, e todas as demais medidas de segurança.

Multas

Quando questionado sobre a aplicação de multas a pessoas que forem pegas circulando sem máscaras, Dionísio ressalta que Viçosa está se baseando no Código de Saúde para definir essas medidas punitivas.

“Se eu não estou enganado, o valor da multa é de R$ 25,00. Mas tem a questão que existe a necessidade de fazer uma advertência anterior à multa. Existe um projeto que estamos nos organizando para mandar para a Câmara para colocar condições mais rigorosas.”, afirmou o secretário.

Fiscalização

Em relação a fiscalização no município, o secretário afirmou que a cidade está preparada para realizá-la. Além disso, ressaltou que com ou sem decreto estadual, enquanto houver pandemia, a fiscalização seguirá ocorrendo em Viçosa.

“Estamos mudando algumas coisas pontuais, como colocar mais os fiscais na rua e estamos pegando, de forma estratégica, os bairros das zonas rurais as festas clandestinas.”, disse Dionísio.

Além disso, segundo ele, a fiscalização do toque de recolher, fica a cargo da Polícia Militar. Essa é uma definição que já vem do decreto estabelecido pelo Minas Consciente.

Em relação a essa circulação de pessoas, aqueles trabalhadores que estiverem encerrando suas atividades em empresas que estão autorizadas a funcionar, eles podem justificar para os policiais e para os fiscais que estão retornando do seu serviço. Por outro lado, as pessoas que estiverem circulando sem alguma justificativa sofrerão as sanções impostas pelo código penal.

Ônibus podem circular sem pessoas em pé

 

Em Viçosa, a única medida em relação aos ônibus é de que não será possível transportar passageiros em pé. Ou seja, todos os assentos do banco estarão disponíveis aos passageiros, diferentemente do que era anteriormente delimitado pelo decreto municipal, em que apenas poderiam utilizar assentos intercalados.

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