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Imunização contra a Covid-19 de grupos prioritários só deve terminar em setembro, afirma Ministro da Saúde

O Plano Nacional de Imunização (PNI) engloba 77,5 milhões de brasileiros, dos quais 9 milhões já estão com as duas doses da vacina

O ministro da Saúde, Marcello Queiroga, em entrevista coletiva realizada na tarde de ontem, quarta-feira, 21 afirmou que a pasta prevê a imunização contra a Covid-19 do grupo prioritário até setembro. O grupo descrito no Plano Nacional de Imunização (PNI) inclui 77,5 milhões de brasileiros, pouco mais de 35% da população do país. Até esta terça-feira (20), apenas 9 milhões já haviam tomado as duas doses.

“O processo tem ocorrido de forma cada vez mais célere e vamos, se continuar nesse ritmo, até setembro atingir a imunização da população prevista no PNI. O objetivo é que ocorra antes”, declarou o ministro.

A expectativa é de que ainda na primeira quinzena de junho todo o grupo já tenha recebido pelo menos uma dose das vacinas, mas, conforme explicou a coordenadora do PNI, Francieli Fantinato, o intervalo maior entre as duas doses da vacina da Astrazeneca/Oxford, produzida pela Fiocruz, leva a conclusão da imunização para setembro.

Negociações com fornecedores de vacinas ainda são aposta do governo federal para adiantar a ampliação da cobertura. O ministro Queiroga citou a ampliação do número de doses a serem entregues pela Pfizer ainda no primeiro semestre. Segundo ele, de um acordo que previa 13 milhões de doses para abril, maio e junho, o governo conseguiu aumentar para 15,5 milhões a entrega da farmacêutica. O primeiro milhão deve ser entregue já na próxima semana.

“Temos trabalhado e buscado outras opções, há vacinas que ainda não foram autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) (…), e havendo a autorização, vamos trazer todas essas doses”, disse Queiroga, citando as negociações pela Sputnik e pela Covaxin.

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