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Governo de Minas volta a pagar salários de servidores em dia a partir de agosto

Governador do Estado, Romeu Zema falou que, no próximo mês, todo funcionalismo vai receber no 5º dia útil

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), anunciou, na manhã desta sexta-feira (16), que a partir do mês de agosto os servidores do Estado voltarão a receber seus salários integralmente no 5º dia útil de cada mês.

O anúncio foi feito em vídeo publicado por Zema no Instagram. “Acabou o pesadelo do funcionário público de Minas Gerais”, comentou o governador no vídeo.

De acordo com o atual governo, os parcelamentos e atrasos começaram ainda em fevereiro de 2016. “A partir do pagamento de agosto os servidores voltarão a poder contar com o salário no início do mês para honrar seus compromissos, o que não ocorria desde janeiro de 2016. O parcelamento de salários era uma situação que me incomodava muito e estou muito feliz de conseguir cumprir uma das principais metas do meu governo. Felizmente, graças ao empenho do nosso governo em resolver a situação, ao aumento das receitas do Estado e também à venda da folha, que aconteceu hoje, teremos condições de voltar à normalidade, no que diz respeito ao pagamento dos salários”, disse Zema em nota enviada à imprensa.

Segundo informou o  secretário de Estado de Fazenda, Gustavo Barbosa, o fim do parcelamento é válido para todos os servidores do Executivo (ativos, inativos e pensionistas). “Primeiro, conseguimos garantir a previsibilidade ao diminuir o número de parcelas de três para duas, sempre pagando na data divulgada, sem atraso. Agora, com os recursos obtidos com a venda da folha de pagamento do Estado, teremos plenas condições de garantir que os servidores recebam os seus salários integralmente”, informou Barbosa, na mesma nota.

Venda da folha
O governo de Minas Gerais também divulgou que, nesta sexta-feira, foi concretizada a venda da folha de pagamento do Estado, e que a oferta vencedora foi a do banco Itaú, que ofereceu R$ 2,42 bilhões, 18%  a mais do lance mínimo do leilão (R$ 2,052 bilhões).

Segundo o Executivo estadual, o valor será depositado integralmente na conta do Tesouro Estadual. O tempo de vigência do contrato é de cinco anos.

Fonte: O Tempo

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