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Polícia

Vítima de assalto próximo ao Campestre, em Viçosa, relata momentos de pavor

Das vítimas, foram roubados três celulares (um Xiaomi, um Zen Phone e iPhone); um cordão; um relógio; e uma carteira que continha documentos, cartões e itens pessoais.

Na madrugada da última quarta-feira (01), seis pessoas foram assaltadas no bairro João Braz, próximo ao clube campestre. Das vítimas, foram roubados três celulares (um Xiaomi, um Zen Phone e um iPhone); um cordão; um relógio; e uma carteira que continha documentos, cartões e itens pessoais. Após o roubo, os três assaltantes fugiram em um corsa branco no sentido Coimbra.

A equipe de reportagem do Primeiro a Saber entrou em contato com uma das vítimas do assalto, que descreveu os momentos de pavor vividos durante o roubo. Por volta das 3h da madrugada, a vítima, de 19 anos, juntamente com outras pessoas, foram até o local onde ocorreu o crime para ajudarem um amigo que estava com o pneu do carro furado.

A vítima conta que enquanto trocavam o pneu, um corsa branco passou, os cumprimentou e os homens até ofereceram ajuda. No entanto, dez minutos depois, de acordo com a vítima, eles retornaram e três homens armados saíram do veículo anunciando o assalto dando tiros para o alto. “Disseram que se corrêssemos, iriam atirar.”

Além disso, uma das vítimas, sem portar mais nenhum bem material, levou alguns chutes e uma coronhada no ombro ao afirmar que não tinha mais o que entregar. Após isso, ocorreram alguns disparos enquanto subtraiam os bens. Por fim, tentaram quebrar o vidro traseiro do carro em que as vítimas estavam trocando o pneu. Após entrarem no carro, ainda atiraram mais duas ou três vezes.

Momentos de pavor

Retratando ainda o momento do assalto, a vítima relata momentos de pavor enquanto acontecia o crime. Ainda cita que acreditou que queriam apenas ajudar, o que não era o caso.

“Senti pavor, queria que aquilo não estivesse acontecendo. Quando ofereceram ajuda, acreditei, de coração, que iriam nos ajudar e que aquilo tinha sido de bom tom e de coração, quebramos a cara feio. Num momento posterior e após o choque, só sabia agradecer por não ter acontecido algo pior e que as únicas coisas que teriam sido levadas, foram os bens materiais.”, afirmou a vítima.

Roubo sem motivação extra

Diferentemente do que circulou em alguns grupos, não houve motivação extra para o assalto. Ou seja, não se tratava de uma cobrança ou qualquer situação semelhante a isso.

“Estávamos na hora e no momento errado, um “azar”. Apesar de não ter sido algo tão rápido, não dava para reconhecer, todos estavam de capuz ou boné, e um estava com uma máscara preta (aquela que só dá pra ver os olhos, que, geralmente, quem anda muito de moto tem), ninguém foi chamado pelo nome e nada demais foi dito além da ordem de passar os pertences.”, relata a vítima.

A polícia foi contatada e compareceu ao local do crime para fazer os trabalhos de praxe e realizar o Boletim de Ocorrência. Um dos autores do crime foi preso em Coimbra, mas os outros dois seguem sendo procurados pela Polícia Militar.

Veja abaixo o vídeo que circulou em grupos do WhatsApp do momento do assalto:

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