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Viçosense presa no Rio de Janeiro por estelionato. Segundo a polícia, ela afirmava ter câncer e fingia fazer Pix em compras e serviços

De acordo com as investigações, a suspeita enviava comprovantes falsos na hora de pagar, mas nunca fazia a transação.

Uma mulher foi presa em um salão de beleza na Tijuca, Zona Norte do Rio, suspeita de fraudes e crimes patrimoniais. As investigações apontaram que nos últimos meses Bárbara Elisa vinha enganando comerciantes e prestadores de serviços usando o Pix. Segundo a polícia, ela lucrou cerca de R$ 50 mil em golpes em diferentes pontos da cidade desde 2018.

A polícia afirma que Bárbara dizia estar com câncer e sempre apressava o pagamento. Ela fingia fazer um Pix e ora enviava um “comprovante” — um print de uma transação antiga — ora alegava problemas no banco.

Ainda segundo a polícia, ela lucrou cerca de R$ 50 mil em golpes em diferentes pontos da cidade desde 2018.

“Ela alegava que tinha que ficar pouco tempo no estabelecimento por causa da imunidade baixa. As vítimas ficavam fragilizadas com a situação, e com certeza a vigilância era menor”, explicou o delegado Gabriel Ferrando.

Bárbara Elisa em Paris — Foto: Reprodução/TV Globo

Em sua rede social Bárbara diz ser natural de Viçosa e que estudou no Colégio Estadual Effie Rolfs. Na rede social ela ostenta ainda fotografias em diversas cidades pelo mundo entre essas cidades Londres (Inglaterra), Paris (França), Zurique (Suíça), Istambul (Turquia) e Israel.

Outro que caiu no golpe foi um comerciante, cujo prejuízo foi de R$ 1.353.

“Ela fez o pagamento com Pix e passou um comprovante pelo WhatsApp. Na hora, não tive como conferir e liberei a entrega. Mais tarde percebemos que não tinha entrado o valor. Ela disse que teve um problema com o banco e que estava tentando resolver”, contou.

Um alerta sobre o golpe foi divulgado numa rede social, e Bárbara Elisa logo foi reconhecida. Na tarde da última sexta-feira (10), a dona do salão que ela costumava frequentar chamou os policiais do Segurança Presente, e Bárbara foi presa.

Segundo a polícia, pelo menos 11 pessoas relataram ter sido alvo da golpista. O delegado responsável pela investigação diz que também vai apurar se ela está realmente com câncer ou se fingiu estar doente.

Fonte: G1

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