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Economia

Inflação mensal fica em 1,16%, maior índice para setembro em 27 anos

Essa é a maior taxa para meses de setembro desde 1994. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 10,25%. No ano, o IPCA acumula alta de 6,90%.

A inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, acelerou de 0,87% em agosto para 1,16% em setembro. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa é a maior taxa para meses de setembro desde 1994, quando o índice foi de 1,53%.

Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses chegou a 10,25%. No ano, o IPCA acumula alta de 6,90%.

IPC-S de outubro repetiu avanço de 1,43%

Já o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) da primeira quadrissemana de outubro repetiu avanço de 1,43% visto no fechamento de setembro. A informação foi divulgada também nesta sexta pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O indicador acumula alta de 10,45% em 12 meses, maior do que o avanço de 9,61% no período até setembro.

Das oito categorias de despesas que compõem o indicador, quatro aceleraram da última quadrissemana do mês passado para a primeira de outubro. Os grupos educação, leitura e recreação (2,90% para 4,14%), alimentação (1,09% para 1,25%), vestuário (0,28% para 0,40%) e comunicação (0,39% para 0,45%) apresentaram acréscimo na taxa de variação.

Nessas classes de despesa, os itens com maior peso foram passagem aérea (22,70% para 27,47%), hortaliças e legumes (2,51% para 4,62%), roupas femininas (0,12% para 0,41%) e tarifa de telefone residencial (0,38% para 1,60%).

Por outro lado, os grupos habitação (2,59% para 2,03%), transportes (1,50% para 1,37%), despesas diversas (0,30% para 0,19%) e saúde e cuidados pessoais (0,14% para 0,11%) apresentaram recuo em suas taxas de variação.

Passagens, energia e gasolina puxam índice

Passagem aérea (22,70% para 27,47%), tarifa de eletricidade residencial (8,52% para 6,35%) e gasolina (3,38% para 2,79%) foram os itens que mais exerceram pressão de alta no IPC-S da primeira quadrissemana de outubro. Gás de botijão (3,87% para 4,73%) e etanol (5,80% para 5,12%) completam a lista.

Na direção contrária, perfume (-1,25% para -1,38%), aparelho telefônico celular (0,20% para -0,61%) e desodorante (-1,01 para -1,45%) puxaram o indicador para baixo, seguidos por arroz (-0,75% para -1,10%) e cebola (-4,19% para -4,73%).

Fonte: O TEMPO

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