terça-feira, 9 de junho de 2026
Urgente
Governo de Minas moderniza Sala de Situação de Recursos Hídricos e amplia capacidade de prevenção a eventos climáticos extremosMinas Gerais encerra os cinco primeiros meses de 2026 com US$ 17,9 bilhões em exportaçõesSecretaria de Educação divulga classificação da Remoção Regional e EstadualOlitef 2026 abre inscrições e amplia oportunidades para estudantes da rede estadualGoverno de Minas lança Plano Estadual de Enfrentamento aos Incêndios Florestais e reforça preparação frente às mudanças climáticasPrefeitura empossa mais 75 concursados para reforçar rede municipal de educaçãoWikimedia Brasil promove oficinas de edição na Wikipédia em ViçosaMotocicleta é removida durante operação da Polícia Militar no bairro União, em ViçosaGoverno de Minas moderniza Sala de Situação de Recursos Hídricos e amplia capacidade de prevenção a eventos climáticos extremosMinas Gerais encerra os cinco primeiros meses de 2026 com US$ 17,9 bilhões em exportaçõesSecretaria de Educação divulga classificação da Remoção Regional e EstadualOlitef 2026 abre inscrições e amplia oportunidades para estudantes da rede estadualGoverno de Minas lança Plano Estadual de Enfrentamento aos Incêndios Florestais e reforça preparação frente às mudanças climáticasPrefeitura empossa mais 75 concursados para reforçar rede municipal de educaçãoWikimedia Brasil promove oficinas de edição na Wikipédia em ViçosaMotocicleta é removida durante operação da Polícia Militar no bairro União, em Viçosa

Justiça determina suspensão do Telegram no Brasil

Justiça determina suspensão do Telegram no Brasil
Aplicativo de mensagens Telegram

Empresa não havia cooperado com investigações sobre grupos neonazistas.

A Justiça Federal do Espírito Santo determinou, na noite dessa terça-feira (25), a suspensão do funcionamento do Telegram no Brasil. A decisão, do juiz Wellington Lopes da Silva, da 1ª Vara Federal de Linhares, foi proferida após o aplicativo não fornecer informações solicitadas a respeito de grupos neonazistas atuantes no Telegram.

Além disso, a Justiça fixou uma multa diária de R$ 1 milhão por não envio dos dados pedidos ou 5% do faturamento da empresa no Brasil em 2022, o que for menor. Para o magistrado, “os fatos demonstrados pela autoridade policial revelam evidente propósito do Telegram de não cooperar com a investigação em curso”.

Investigação

Wellington Lopes da Silva havia pedido informações sobre os usuários de um canal antissemita e um chat com o mesmo teor, que propagavam conceitos e símbolos neonazistas. Os dados solicitados compreendiam os nomes dos usuários dos grupos, CPF, foto do perfil, e-mail, endereço, dados bancários cadastrados, entre outros. As informações repassadas à Justiça, no entanto, foram consideradas insuficientes.

“A despeito da resposta dentro do prazo, as informações fornecidas não atendem à ordem judicial. Salienta-se que a determinação era para que o Telegram encaminhasse os dados cadastrais de TODOS os integrantes do canal e do grupo de chat”, informou o magistrado. O aplicativo havia informado apenas alguns dados e referentes somente ao administrador de um dos grupos.

Até o fim da tarde desta quarta-feira (26), no entanto, o aplicativo de mensagens instantâneas funcionava normalmente.

Flávio Dino

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, comentou o assunto. Para ele, a atuação de grupos antissemitas é parte da estrutura de violência contra crianças e adolescentes no Brasil.

“A Polícia Federal pediu e o Poder Judiciário deferiu que uma rede social que não está cumprindo as decisões, no caso o Telegram, tenha uma multa de R$ 1 milhão por dia e suspensão temporária das atividades, exatamente porque há agrupamentos denominados Frentes Antissemitas ou Movimentos Antissemitas atuando nessas redes e nós sabemos que isso está na base da violência contra nossas crianças e nossos adolescentes”.

Informações da Agência Brasil

Veja AQUI outras notícias