sábado, 4 de julho de 2026
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Reitor da UFV participa de reunião na Câmara dos Deputados sobre reparação da Bacia do Rio Doce

Reitor da UFV participa de reunião na Câmara dos Deputados sobre reparação da Bacia do Rio Doce

Demetrius David da Silva representou o Foripes e defendeu maior integração das instituições federais nas ações de reconstrução

O reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e presidente do Fórum das Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais (Foripes), Demetrius David da Silva, participou na última terça-feira (5), em Brasília, de uma reunião técnica da Comissão Externa da Câmara dos Deputados voltada ao acompanhamento dos rompimentos de barragens, especialmente os de Mariana (2015) e Brumadinho (2019).

O encontro teve como foco a atuação das Instituições de Educação no processo de reparação da Bacia do Rio Doce. Além da UFV, participaram reitores e representantes de Universidades e Institutos Federais de Minas Gerais e do Espírito Santo, juntamente com integrantes dos Ministérios da Educação (MEC), Minas e Energia (MME), Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República.

A Comissão foi criada a partir de requerimentos dos deputados Rogério Correia, Padre João (PT-MG) e Helder Salomão (PT-ES), com o objetivo de acompanhar a repactuação do acordo de reparação dos danos ambientais e sociais na Bacia do Rio Doce.

Demetrius, que integrou a mesa diretiva dos trabalhos, destacou que, apesar do trabalho contínuo realizado pelas instituições federais ao longo dos últimos dez anos, esta foi a primeira vez que os reitores foram ouvidos oficialmente enquanto rede. “Queremos que os 19 Ministérios envolvidos no Acordo de Reparação possam aproveitar melhor os trabalhos que já foram realizados e nos colocamos à disposição do Governo para entregar, o mais rápido possível, as respostas que as comunidades esperam e merecem após a tragédia que viveram”, afirmou.

Os desastres causaram cerca de 300 mortes e deixaram marcas profundas em diversas comunidades dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, sendo a Bacia do Rio Doce uma das áreas mais atingidas.

Informações: UFV