terça-feira, 9 de junho de 2026
Urgente
Governo de Minas moderniza Sala de Situação de Recursos Hídricos e amplia capacidade de prevenção a eventos climáticos extremosMinas Gerais encerra os cinco primeiros meses de 2026 com US$ 17,9 bilhões em exportaçõesSecretaria de Educação divulga classificação da Remoção Regional e EstadualOlitef 2026 abre inscrições e amplia oportunidades para estudantes da rede estadualGoverno de Minas lança Plano Estadual de Enfrentamento aos Incêndios Florestais e reforça preparação frente às mudanças climáticasPrefeitura empossa mais 75 concursados para reforçar rede municipal de educaçãoWikimedia Brasil promove oficinas de edição na Wikipédia em ViçosaMotocicleta é removida durante operação da Polícia Militar no bairro União, em ViçosaGoverno de Minas moderniza Sala de Situação de Recursos Hídricos e amplia capacidade de prevenção a eventos climáticos extremosMinas Gerais encerra os cinco primeiros meses de 2026 com US$ 17,9 bilhões em exportaçõesSecretaria de Educação divulga classificação da Remoção Regional e EstadualOlitef 2026 abre inscrições e amplia oportunidades para estudantes da rede estadualGoverno de Minas lança Plano Estadual de Enfrentamento aos Incêndios Florestais e reforça preparação frente às mudanças climáticasPrefeitura empossa mais 75 concursados para reforçar rede municipal de educaçãoWikimedia Brasil promove oficinas de edição na Wikipédia em ViçosaMotocicleta é removida durante operação da Polícia Militar no bairro União, em Viçosa

ALTA TAXA DE CARGA TRIBUTÁRIA DO SETOR DE CACHAÇA PROMOVE MANIFESTO

Produtores de cachaça lançaram na capital paulista um manifesto em que reivindicam a ampliação dos esforços de promoção e de proteção do produto. A carta aberta pede ainda a reavaliação da carga tributária sobre a bebida, que segundo o setor, é o produto mais taxado do país. O texto também pede o combate à clandestinidade e à informalidade, superior a 85% segundo o setor.

“Em 2015, o governo reviu a sistemática de cobrança do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados], o que representou um aumento significativo do preço do produto. Em alguns casos, a alta chegou a 330%. Isso impactou muito porque o setor é extremamente sensível a alterações tributárias”, destacou o diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Carlos Lima.

O setor reconhece, porém, que a inclusão de parte dos produtores no Simples Nacional, medida que entrou em vigor no início do ano, tem dado novo fôlego aos negócios. No país, cerca de 580 produtores, dos cerca de 1,5 mil registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estão enquadrados na modalidade. Em alguns casos, a mudança gerou redução de tributos de 90%.

No entanto, de acordo com os dados preliminares do Censo Agropecuário de 2017, existem cerca de 11.023 produtores espalhados pelo Brasil. Comparando o número de produtores registrados no Mapa com o censo, verifica-se que a informalidade do setor, em número de produtores, está em torno de 86%.

“Se a categoria tiver melhores condições de mercado, o segmento da cachaça poderá continuar a contribuir de forma sustentável para a arrecadação e impulsionar ainda mais empregos no país”, acrescenta Lima.

Em 2017, em termos de valor, o faturamento do setor da cachaça no Brasil foi superior a R$ 10 bilhões. Em termos de exportação, o produto foi vendido para mais de 60 países, por mais de 50 empresas exportadoras, gerando receita de US$ 15,80 milhões, para um volume de 8,74 milhões de litros. Os números representam um crescimento de 13,43% em valor e de 4,32% em volume, em comparação ao ano de 2016, resultando no segundo ano consecutivo de aumento das exportações.

A maior produção de cachaça está concentrada no estado de São Paulo, seguido de Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Paraíba. Os principais estados consumidores são São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais.

Fonte: Agência Brasil.