O Corpo de Bombeiros ampliou o perímetro de busca ao longo dos rios Ubá e Xopotó. Militares de seis cidades mineiras, incluindo Belo Horizonte e Viçosa, integram a força-tarefa.
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) emitiu uma atualização na noite desta terça-feira, 3 de março de 2026, sobre as buscas por Luciano, a última vítima ainda desaparecida após o temporal devastador que atingiu a região na semana passada. Apesar dos esforços ininterruptos, o homem ainda não foi localizado.
Ontem, terça-feira, os trabalhos ganharam um reforço estratégico. As equipes concentraram as varreduras a partir do ponto onde foi encontrado o corpo da penúltima vítima desaparecida (o empresário Alex Lucas). A estratégia dividiu os militares em duas frentes de atuação ao longo do Rio Ubá:
- A Jusante: Seguindo o fluxo em direção ao Rio Xopotó.
- A Montante: Retornando em direção à área urbana de Ubá.
Para garantir a precisão das buscas em terrenos de difícil acesso e no leito do rio, o CBMMG está utilizando:
- Drones com câmeras termais: Capazes de identificar assinaturas de calor e variações no terreno.
- Binômios (Cães de busca e militares): Especializados em localizar vítimas em áreas de vegetação densa e lama.
- Barcos de resgate: Realizando a varredura náutica em todo o percurso.
Força-Tarefa Estadual
A operação em Ubá mobiliza atualmente mais de 50 bombeiros militares. O efetivo é composto por especialistas vindos de diversas regiões do estado, o que demonstra a prioridade da missão para o comando da corporação:
- Ubá, Muriaé e Viçosa (Região local);
- Juiz de Fora (Reforço regional);
- Divinópolis e Belo Horizonte (Equipes especializadas da capital e centro-oeste).
Compromisso com a População
Mesmo com o grande contingente dedicado à Operação “Chuvas Intensas”, o Corpo de Bombeiros ressaltou que os atendimentos comuns de resgate e socorro (via 193) em Ubá seguem operando normalmente.








