sexta-feira, 24 de julho de 2026
Urgente
Van fica destruída após colisão com vaca na rodovia entre Ubá e GuidovalSuspeito foge de abordagem e Polícia Militar apreende drogas durante patrulhamento em UbáSemana da Juventude Rural e Torneio Leiteiro são destaques da programação desta quinta na Semana do FazendeiroSemana da Mulher Rural reúne mais de mil participantes na UFV em dois dias de programaçãoCAp-Coluni abre inscrições para o Exame de Seleção 2027 com 150 vagas para o Ensino MédioCentenário da UFV destaca história de laranjas e bananas na criação da Universidade e da Semana do FazendeiroIdoso morre após seis dias internado depois de atropelamento em faixa de pedestres em MuriaéCoimbra recebe reconhecimento nacional por ações voltadas à alfabetizaçãoVan fica destruída após colisão com vaca na rodovia entre Ubá e GuidovalSuspeito foge de abordagem e Polícia Militar apreende drogas durante patrulhamento em UbáSemana da Juventude Rural e Torneio Leiteiro são destaques da programação desta quinta na Semana do FazendeiroSemana da Mulher Rural reúne mais de mil participantes na UFV em dois dias de programaçãoCAp-Coluni abre inscrições para o Exame de Seleção 2027 com 150 vagas para o Ensino MédioCentenário da UFV destaca história de laranjas e bananas na criação da Universidade e da Semana do FazendeiroIdoso morre após seis dias internado depois de atropelamento em faixa de pedestres em MuriaéCoimbra recebe reconhecimento nacional por ações voltadas à alfabetização

Bolsonaro volta atrás e revoga artigo de MP que permitia suspensão de salários

Bolsonaro volta atrás e revoga artigo de MP que permitia suspensão de salários

O presidente Jair Bolsonaro vai revogar parte da MP 927, anunciada neste domingo (22), que permitia a suspensão de contrato de trabalho por 4 meses sem salário. O anúncio foi feito em postagem no perfil oficial do presidente no Twitter.

Leia o texto do art. 18 da MP 927, suspenso, de acordo com postagem do presidente:

Art. 18.  Durante o estado de calamidade pública a que se refere o art. 1º, o contrato de trabalho poderá ser suspenso, pelo prazo de até quatro meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional não presencial oferecido pelo empregador, diretamente ou por meio de entidades responsáveis pela qualificação, com duração equivalente à suspensão contratual.

§ 1º  A suspensão de que trata o caput:

I – não dependerá de acordo ou convenção coletiva;

II – poderá ser acordada individualmente com o empregado ou o grupo de empregados; e

III – será registrada em carteira de trabalho física ou eletrônica.

§ 2º  O empregador poderá conceder ao empregado ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial, durante o período de suspensão contratual nos termos do disposto no caput, com valor definido livremente entre empregado e empregador, via negociação individual.

§ 3º  Durante o período de suspensão contratual para participação em curso ou programa de qualificação profissional, o empregado fará jus aos benefícios voluntariamente concedidos pelo empregador, que não integrarão o contrato de trabalho.

§ 4º  Nas hipóteses de, durante a suspensão do contrato, o curso ou programa de qualificação profissional não ser ministrado ou o empregado permanecer trabalhando para o empregador, a suspensão ficará descaracterizada e sujeitará o empregador:

I – ao pagamento imediato dos salários e dos encargos sociais referentes ao período;

II – às penalidades cabíveis previstas na legislação em vigor; e

III –  às sanções previstas em acordo ou convenção coletiva.

§ 5º  Não haverá concessão de bolsa-qualificação no âmbito da suspensão de contrato de trabalho para qualificação do trabalhador de que trata este artigo e o art. 476-A da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1943.

Mais cedo, o presidente tinha negado que a referida MP visava a demissão.

 

Entenda a MP

O governo do presidente Jair Bolsonaro editou no domingo (22) medida provisória que permite aos empregadores suspenderem os contratos de trabalho de seus funcionários por quatro meses sem pagamento de salário.

A medida também suspende o recolhimento para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) entre os meses de março e abril.

De acordo com o texto da medida, os contratos de trabalho poderiam ser suspensos por até quatro meses por causa da pandemia do novo coronavírus e, se quiser, o empregador poderá negociar individualmente uma “ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial”.

O texto previa ainda que, durante a suspensão, o empregador terá de manter os benefícios concedidos voluntariamente ao empregador.

Fonte: Terra.