quarta-feira, 17 de junho de 2026
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Polícia civil prende suspeito em Ubá de homicídio de mototaxista no Rio

Polícia civil prende suspeito em Ubá de homicídio de mototaxista no Rio

Acusado de 29 anos foi detido em ação conjunta entre PCMG e PCRJ por caso ocorrido em setembro de 2025

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCRJ), com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e da Delegacia Regional de Ubá, prendeu nesta quarta‑feira (22/10) em Ubá (MG) o suspeito identificado como G.P.P., de 29 anos, no inquérito pelo homicídio de Gabriel Machado Vasconcelos, de 27 anos. O crime ocorreu em 14 de setembro de 2025, em São Gonçalo (RJ), e vitimou um mototaxista que trabalhava por aplicativo.

De acordo com a investigação, Gabriel assistia a um jogo de futebol em um bar na cidade quando foi agredido pelo suspeito. Após a agressão o autor fugiu. A vítima retornou para casa, passou mal durante a noite e foi levada ao Hospital Estadual Alberto Torres, onde exames constataram acúmulo de líquido na região abdominal. Gabriel foi internado em CTI, sofreu múltiplas paradas cardiorrespiratórias e faleceu no dia seguinte.

As equipes da PCRJ e PCMG trabalharam em conjunto e, a partir das investigações da Delegacia de Homicídios, obtiveram mandado de prisão que levou à detenção do suspeito em Ubá. A PCMG ressaltou que a operação envolveu apoio interestadual para efetivar a captura.

O preso será encaminhado para o sistema prisional, à disposição da Justiça. A investigação segue em andamento para apurar motivação, participação de outras pessoas e eventuais mandados de busca e apreensão relacionados. A jurisdição do estado do Rio de Janeiro abriu procedimento para transferência dos autos que envolvem o crime no âmbito federal interestadual.

Familiares da vítima receberam informações sobre o andamento do caso. Autoridades dos dois estados confirmaram que mantêm cooperação nos procedimentos investigativos e processuais. A prisão marca mais uma fase de investigação de homicídios que envolvem profissionais de transporte por aplicativo.

As autoridades não divulgaram outros detalhes sobre o inquérito ou previsão de novas prisões. O caso permanece sob sigilo parcial para proteger provas e depoimentos.

Informações: PCMG