quarta-feira, 24 de junho de 2026
Urgente
Governo de Minas publica convênio para aquisição de balsa em Morada Nova de MinasMG App lança versão mais moderna e atualizada e ultrapassa oito milhões de usuáriosGoverno de Minas encerra participação na London Climate Action Week 2026 e fortalece cooperação internacionalPrêmio Inova Minas Gerais tem inscrições prorrogadas até 30/6Hospital Infantil João Paulo II entrega novos elevadores e homenageia profissionais que se destacam na sazonalidade das doenças respiratóriasVotação da Guarda Civil Municipal é adiada na Câmara de Viçosa após pedido do líder do governoUFV divulga lista de aprovados e lista de espera para vagas ociosas da graduaçãoViçosa inicia segunda etapa da operação “Limpa Fios” em vias do centro e adjacênciasGoverno de Minas publica convênio para aquisição de balsa em Morada Nova de MinasMG App lança versão mais moderna e atualizada e ultrapassa oito milhões de usuáriosGoverno de Minas encerra participação na London Climate Action Week 2026 e fortalece cooperação internacionalPrêmio Inova Minas Gerais tem inscrições prorrogadas até 30/6Hospital Infantil João Paulo II entrega novos elevadores e homenageia profissionais que se destacam na sazonalidade das doenças respiratóriasVotação da Guarda Civil Municipal é adiada na Câmara de Viçosa após pedido do líder do governoUFV divulga lista de aprovados e lista de espera para vagas ociosas da graduaçãoViçosa inicia segunda etapa da operação “Limpa Fios” em vias do centro e adjacências

Ex-policial de Ubá soma mais de 16 anos de condenações por crimes ligados a milícia e interferência em investigações

Ex-policial de Ubá soma mais de 16 anos de condenações por crimes ligados a milícia e interferência em investigações

Nova sentença inclui pena por dificultar obtenção de provas em apuração do Gaeco

Um ex-policial civil de Ubá acumula mais de 16 anos de condenações por crimes relacionados à atuação em milícia privada e interferência em investigações. A decisão mais recente acrescenta pena por dificultar a obtenção de provas em apuração conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais, o réu teria apagado provas armazenadas em dispositivos eletrônicos de forma remota, o que comprometeu o andamento das investigações. Por esse processo, a Justiça fixou pena de quatro anos, dez meses e 15 dias de prisão em regime semiaberto, além de 141 dias-multa.

Antes dessa decisão, o ex-policial já havia sido condenado neste ano a 11 anos e três meses de prisão em regime fechado. A sentença anterior trata dos crimes de milícia privada armada e corrupção passiva. Segundo as investigações, ele liderava um grupo armado na região da Zona da Mata.

O réu está preso desde 28 de novembro de 2024. Além das condenações já proferidas, ele responde a outra ação penal na comarca de Ubá. Nesse processo, o Ministério Público aponta a prática de 272 crimes de corrupção.

As decisões fazem parte de investigações conduzidas pelo Gaeco, com atuação do Ministério Público no combate a organizações criminosas na região. As ações penais seguem em tramitação na Justiça, e novos desdobramentos podem ocorrer conforme o andamento dos processos.