segunda-feira, 24 de agosto de 2026
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UFV avança no Ranking Acadêmico de Universidades do mundo

UFV avança no Ranking Acadêmico de Universidades do mundo

Universidade aparece entre a 9ª e a 12ª posição no Brasil no ARWU 2026 e mantém a segunda colocação em Minas Gerais

A Universidade Federal de Viçosa (UFV) aparece entre as 10 universidades mais bem posicionadas do Brasil na edição 2026 do Academic Ranking of World Universities (ARWU), conhecido como Ranking de Xangai. No levantamento, a instituição ocupa a faixa entre a 9ª e a 12ª colocação no país.

A UFV divide essa posição com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade de Brasília (UnB).

No cenário mundial, a Universidade ocupa a 813ª posição entre as instituições avaliadas. O resultado representa uma evolução de quatro posições em relação ao levantamento de 2025.

Um dos indicadores que contribuíram para o desempenho da UFV foi o de pesquisadores altamente citados, o HiCi. Nesse critério, a instituição ocupa a 3ª posição entre as universidades brasileiras.

A UFV registrou índice de 7,4 no indicador. A Universidade de São Paulo (USP) aparece com 19,5, enquanto a Universidade Estadual Paulista (Unesp) alcançou 10,4. Entre as universidades federais brasileiras, a UFV ocupa a primeira posição nesse quesito.

Considerando apenas o indicador HiCi, a Universidade alcança a 503ª posição no mundo. O resultado supera a faixa geral em que a instituição está classificada, entre as posições 801 e 900.

O índice da UFV nesse indicador passou de 1,5, em 2025, para 1,7, em 2026. O critério considera o número de pesquisadores altamente citados selecionados pelo Institute for Scientific Information, da Clarivate.

Na edição de 2026, o ARWU classificou 14 instituições brasileiras. Em Minas Gerais, a UFV mantém a segunda posição, atrás apenas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). As duas foram as únicas instituições do estado incluídas no levantamento.

O ARWU utiliza indicadores relacionados à qualidade da educação, do corpo docente, da produção científica e à produtividade institucional individual. Segundo a Pró-reitoria de Planejamento e Orçamento (PPO), o ranking dá ênfase a métricas relacionadas à produção e à qualidade da pesquisa.