Mandados também foram expedidos contra outros dois investigados, que permanecem foragidos
A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta segunda-feira (21), um homem conhecido pelo apelido de “Tio Patinhas”, durante mais uma etapa da Operação Cerco Fechado, em Muriaé. A ação foi realizada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) do município e é coordenada pelo delegado Glaydson de Souza Ferreira.
Segundo a Polícia Civil, o homem é apontado como integrante e possível liderança de um grupo investigado por envolvimento com o tráfico de drogas. A prisão ocorreu após o cumprimento de um mandado expedido pela Justiça.
As investigações começaram após uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que resultou na apreensão de aproximadamente 200 quilos de maconha, além de haxixe, ice e outros entorpecentes.
Após a apreensão, a Polícia Civil deu continuidade às diligências para identificar pessoas que poderiam estar relacionadas à carga. De acordo com a corporação, os levantamentos reuniram elementos que apontariam para a participação do grupo investigado no carregamento.
A investigação também apura uma possível atuação do grupo no abastecimento de Muriaé e de outros municípios da região.
Além do homem preso, a Justiça expediu mandados de prisão contra outros dois investigados, conhecidos pelos apelidos de “Beleza” e “Luís Henrique”. Conforme a Polícia Civil, os dois não foram localizados e permanecem foragidos.
Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão relacionados à investigação, os policiais localizaram dinheiro, incluindo dólares, e uma caminhonete avaliada em aproximadamente R$ 200 mil na residência do principal alvo da operação.
A procedência dos valores e do veículo também é investigada pela Polícia Civil.
A nova etapa da Operação Cerco Fechado busca identificar os integrantes envolvidos na logística, no financiamento e na distribuição dos entorpecentes apreendidos na operação que deu início às investigações.
As diligências continuam para localizar os dois investigados que ainda não foram encontrados, esclarecer a atuação do grupo e verificar a eventual participação de outras pessoas no caso.
Informações: Guia Muriaé

