sábado, 13 de junho de 2026
Urgente
Santa Luzia recebe Carreta Saúde Mais Perto com consultas e exames especializadosGoverno de Minas e Québec firmam acordo de cooperação para ampliar intercâmbio de conhecimento e desenvolvimento conjuntoGoverno de Minas lança Panorama do Comércio Exterior da Região Metropolitana de Belo HorizonteCom apoio do Governo de Minas, Cemig anuncia iniciativa que reduz em até 26% a conta de luzGoverno de Minas lança campanha para ampliar acesso às tarifas sociais de água e energiaDia Mundial da Segurança dos Alimentos mobiliza colaboradores da Pif Paf Alimentos com ações de conscientizaçãoConcessão da Rota da Liberdade inicia recuperação da rodovia e prevê duplicação entre Nova Lima e MarianaQuatro são presos em operação contra o tráfico de drogas em Rio PombaSanta Luzia recebe Carreta Saúde Mais Perto com consultas e exames especializadosGoverno de Minas e Québec firmam acordo de cooperação para ampliar intercâmbio de conhecimento e desenvolvimento conjuntoGoverno de Minas lança Panorama do Comércio Exterior da Região Metropolitana de Belo HorizonteCom apoio do Governo de Minas, Cemig anuncia iniciativa que reduz em até 26% a conta de luzGoverno de Minas lança campanha para ampliar acesso às tarifas sociais de água e energiaDia Mundial da Segurança dos Alimentos mobiliza colaboradores da Pif Paf Alimentos com ações de conscientizaçãoConcessão da Rota da Liberdade inicia recuperação da rodovia e prevê duplicação entre Nova Lima e MarianaQuatro são presos em operação contra o tráfico de drogas em Rio Pomba

Vacina de Oxford tem 79% de eficácia contra casos sintomáticos de Covid-19

Vacina de Oxford tem 79% de eficácia contra casos sintomáticos de Covid-19
Imagem: Reprodução

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca teve 79% de eficácia na prevenção de casos sintomáticos da doença, anunciaram a empresa e a universidade nesta segunda-feira (22). Entre participantes com mais de 85 anos, a eficácia foi de 80%.

A vacina também se mostrou segura e teve 100% de eficácia contra casos graves e contra aqueles que exigem hospitalização dos pacientes.

Com os novos dados, a AstraZeneca deve solicitar autorização para uso emergencial nos Estados Unidos. No Brasil, a vacina teve o registro definitivo concedido há dez dias pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e já é aplicada desde janeiro.

Os dados significam que, nos testes, a vacina conseguiu reduzir em 79% a proporção de casos sintomáticos que ocorreriam se as pessoas não tivessem sido vacinadas. Da mesma forma, significa que conseguiu evitar todos os casos graves da doença, além de hospitalizações no grupo vacinado que ocorreriam se as pessoas não tivessem sido vacinadas.

Os testes, de fase 3, foram feitos com 32.449 voluntários nos Estados Unidos, no Chile e no Peru. Na fase 3, os cientistas analisam a segurança e a eficácia de uma vacina em larga escala, normalmente com milhares de voluntários.

A vacina de Oxford é dada em duas doses. Nesses testes, elas foram aplicadas com 4 semanas de diferença, mas outros ensaios, anteriores, mostram que, se as doses forem dadas com um intervalo de até 12 semanas, a eficácia da vacina pode ser ainda maior. Esse intervalo de 12 semanas é o que está sendo feito na vacinação no Brasil.

Os testes

A cada duas pessoas que receberam a vacina, uma recebeu um placebo (substância inativa) para servir de grupo controle. Nem os cientistas nem os participantes sabiam quem estava recebendo a vacina e quem recebia o placebo. As pessoas foram distribuídas de forma aleatória (randomizada) em cada grupo.

Dos 32.449 voluntários que participaram dos testes, 141 tiveram sintomas de Covid-19.

Cerca de 20% dos voluntários tinham 65 anos ou mais, e cerca de 60% tinham comorbidades associadas a um risco maior de complicação para a Covid-19, como diabetes, obesidade severa e doenças cardíacas.

Um estudo preliminar feito por pesquisadores brasileiros e da Universidade de Oxford divulgado na quinta-feira (18) apontou que as vacinas de Oxford e da Pfizer foram eficazes contra a variante brasileira do coronavírus, identificada pela primeira vez em Manaus, a P.1.

Fonte: G1